sexta-feira, 13 de setembro de 2013
terça-feira, 30 de julho de 2013
As Dimensões do Dízimo
DIMENSÃO RELIGIOSA
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Folhetos para acompanhar a liturgia
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Folhas de cânticos
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Velas, vinho, hóstias, som, ....
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Materiais necessários para catequese: livro, papel, ...
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Conta de luz, água, telefone, etc.(tudo isso carece de dinheiro)
DIMENSÃO SOCIAL
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O pobre, a viúva, o menor abandonado, o indigente, o peregrino, o
estrangeiro...
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O dízimo tem um lugar determinado por Deus: Deut 12,11-12
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Enfim, os que por alguma razão não podem prover seu sustento, são
responsabilidade da comunidade
DIMENSÃO MISSIONÁRIA
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Quando contribuo para que seja desenvolvido um trabalho pastoral
eficiente
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Quando contribuo para que seja criada uma catequese eficaz
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Quando contribuo na formação de catequistas, animadores de comunidades
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Quando contribuo na formação de missionários para evangelizar
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Quando contribuo na preparação e envio de missionários
“Dízimo é um ato de comunhão fraterna entre os membros da Comunidade, onde se testemunha a vivência dos primeiros cristãos, que tudo partilhavam. “Todos os fiéis viviam unidos e tinham tudo em comum” (At 2,4)
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Mensagem do Dízimo
As bençãos da fidelidade
Que Deus abençoe tua fidelidade e faça prosperar a tua justiça! Continue testemunhando a tua generosidade e fidelidade, sendo um dizimista fiel em nossa comunidade paroquial!
Com esta mensagem desejamos agradecer a todos os nossos dizimistas pela fidelidade com que têm assumido o seu compromisso para com a nossa comunidade.
Nada melhor, ao final de cada período, que aquela gostosa sensação do dever cumprido. Se o período for diário – como é saboroso encostar a cabeça ao travesseiro e adormecer sossegadamente. Se o período for mensal, como é bom constatar que todos os compromissos foram realizados, todas as contas pagas, toda uma perspectiva de liberdade para iniciar um novo mês sem dívidas ou compromissos atrasados.
Nestas situações nos damos conta de como Deus é bom, propiciando todas as condições para vivermos uma vida de serenidade e confiança. Ele tudo nos dá e espera de nós a retribuição do amor e da fidelidade, porque Deus é amor, porque Deus é fiel.
Manifestamos nosso amor e fidelidade a Deus quando nos dispomos a amar os nossos irmãos, quando dedicamos algum tempo de nossa rotina diária para dialogar com Ele através das nossas singelas orações, quando cumprimos os nossos compromissos religiosos de participar regularmente da Santa Missa dominical, quando somos generosos com os mais necessitados, quando assumimos e cumprimos fielmente o nosso compromisso como dizimistas.
Se constatamos a verdade de sermos amados por Deus que jamais deixa de manifestar a sua fidelidade para conosco – o quanto nos sentiremos impulsionados a retribuir com o nosso dízimo!
A nossa fidelidade na retribuição com o Dízimo nada acrescenta a Deus que nada precisa de nós. Mas sabemos que se Ele se alegra com um copo d´água oferecido a quem tem sede, certamente se alegrará com a fidelidade e regularidade da nossa retribuição do Dízimo mensal, porque essa importância representa a nossa gratidão e o nosso compromisso com a nossa comunidade de fé.
Através da nossa fidelidade no Dízimo a Igreja se torna mais plena, a Evangelização acontece, o dinamismo da vida comunitária floresce e o céu se abre para fazer chover a justiça e a fraternidade.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Biografia do novo Papa
O
novo pontífice é o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, Papa Francisco, que nasceu em
Buenos Aires, na Argentina, em 17 de dezembro de 1936. É Ordinário para os
fiéis de rito oriental residentes na Argentina e sem Ordinário do rito próprio.
O
Papa jesuíta se formou como técnico químico, mas depois escolheu o caminho do
sacerdócio e entrou para o seminário de Villa Devoto. Em 11 de março de 1958,
passou para o noviciado da Companhia de Jesus. Completou os estudos humanistas
no Chile e em 1963, voltou para Buenos Aires e se formou em filosofia na
Faculdade de Filosofia do Colégio máximo San José, de São Miguel.
De
1964 a 1965, ensinou literatura e psicologia no Colégio da Imaculada de Santa
Fé e, em 1966, ensinou essas mesmas matérias no Colégio do Salvador, em Buenos
Aires.
De
1967 a 1970 estudou teologia na Faculdade de Teologia do Colégio máximo San
José, de São Miguel, onde se formou.
Em
13 de dezembro de 1969 foi ordenado sacerdote.
Em
1970-1971, completou a terceira aprovação em Alcalá de Henares (Espanha), e em
22 de abril de 1973 fez a profissão perpétua.
Foi
mestre de noviços em Villa Barilari, San Miguel (1972-1973), professor na
Faculdade de Teologia, Consultor da Província e Reitor do Colégio máximo. Em 31
de julho de 1973, foi eleito provincial da Argentina, cargo que desempenhou por
seis anos.
De
1980 a 1986, foi reitor do Colégio máximo e das Faculdades de Filosofia e
Teologia dessa mesma Casa e pároco da Paróquia de São José, na Diocese de San
Miguel.
Em
março de 1986, viajou para a Alemanha para completar sua tese de doutorado. Foi
enviado pelos seus superiores ao Colégio do Salvador e passou para a igreja da
Companhia na cidade de Córdoba, como diretor espiritual e confessor.
Em
20 de maio de 1992, João Paulo II o nomeou Bispo titular de Auca e Auxiliar de
Buenos Aires. Em 27 de junho do mesmo ano, recebeu na catedral de Buenos Aires
a ordenação episcopal das mãos do Cardeal Antonio Quarracino, do Núncio
Apostólico Dom Ubaldo Calabresi e do Bispo de Mercedes-Luján, Dom Emilio
Ogñénovich.
Em
3 de junho de 1997 foi nomeado Arcebispo Coadjutor de Buenos Aires e em 28 de
fevereiro de 1998 Arcebispo de Buenos Aires por sucessão à morte do Card.
Quarracino.
É autor dos livros: «Meditaciones para religiosos» del
1982, «Reflexiones sobre la vida apostólica» del 1986 e «Reflexiones de
esperanza» del 1992.
É
Ordinário para os fiéis de rito oriental residentes na Argentina que não podem
contar com um Ordinário de seu rito. Grão-Chanceler da Universidade Católica
Argentina.
Relator-Geral
adjunto da 10ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos (outubro de
2001).
De
novembro de 2005 a novembro de 2011 foi Presidente da Conferência Episcopal
Argentina.
Foi
criado Cardeal pelo Beato João Paulo II no Consistório de 21 de fevereiro de
2001, titular da Igreja de São Roberto Bellarmino.
É
Membro: das Congregações: para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos;
para o Clero; para os Institutos de vida consagrada e as Sociedades de vida
apostólica; do Pontifício Conselho para a Família: da Pontifícia
Comissão para a América Latina.
Fonte: CNBB/RADIO VATICANO
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Perguntas e Respostas: Pastoral do Dízimo
Todos
devem contribuir com o Dízimo?
Sim! O oferecimento do Dízimo nasce do coração de cada cristão participante em sua comunidade. O cristão esclarecido, em espírito de oração, fará a Deus a sua promessa, o seu voto de ofertar o Dízimo. É um ato de Amor a Deus e aos irmãos.
O
Dízimo deve ser mensal?
Sim! O Dízimo deve ser levado à comunidade, mensalmente, pois os ganhos do dizimista são mensais e as necessidades da comunidade também.
O
Dízimo está na Bíblia?
Sim, o Dízimo é Bíblico. São muitos os textos onde se percebe que o Dízimo é uma recomendação Bíblica. Confira algumas citações do Antigo e do Novo Testamento: Gn 14,20; Ml 3,8-10; Lv 27,32; Gn 28,22; Ex 22,28; 2 Cor 9,6-12; At 4,32; Mt 23,23.
A IMPORTÂNCIA DA
DIVULGAÇÃO DO DÍZIMO
Ao lado de uma pequena mesa estavam sentados
dois agentes da pastoral do dízimo. Enquanto um deles acolhia as pessoas o
outro organizava as fichas e pelos canhotos dos carnês ia anotando os valores
entregues pelos dizimistas. Uma rotina semanal. Mas naquele domingo o agente da
pastoral notou que mais pessoas estavam comparecendo com as suas contribuições
e ele então se lembrou que na véspera tinha saído uma reportagem muito positiva
numa rede de televisão católica sobre a importância do dízimo como instrumento
de evangelização. A divulgação é muito importante para conscientizar as pessoas
– ele pensou. De fato, mesmo dizimistas que estavam a muito tempo sem
contribuir estavam procurando a equipe para trazer o seu dízimo. Ao final dos
trabalhos daquele dia o agente procurou o responsável pela pastoral do dízimo e
sugeriu que se fizesse uma campanha de divulgação e conscientização sobre a
importância do dízimo para a comunidade. O padre foi consultado e considerou a ideia
muito boa e logo deu andamento à sugestão convocando o Conselho de Pastoral da
paróquia para uma reunião e durante a tal reunião foi estabelecido um final de
semana para a conscientização nas missas. Um leigo foi convidado a fazer uma
reflexão de 15 minutos antes do ofertório de cada missa daquele final de
semana. Muitos dizimistas e outros paroquianos que se tornaram novos dizimistas
foram tocados por suas colocações sobre o valor do dízimo para o dizimista e
para a sua comunidade. Uma das coisas que marcou na fala daquele animador foi
sobre a necessidade de alimentar o entusiasmo dos dizimistas pela sua
fidelidade e pela sua opção de retribuir através do dízimo. Ele disse que o
dízimo é, com certeza, senão a melhor – pelo menos uma das melhores formas de
participar do compromisso de ser Igreja porque é uma forma regular de prover as
necessidades da comunidade que se repetem cada mês. O próprio agente se sentiu
mais motivado a perseverar em sua condição de dizimista e agradeceu a Deus por
seu privilégio de participar de uma forma concreta da vida de sua comunidade de
irmãos. Ele se lembrou dos tempos que não participava da Igreja e o vazio que
era a sua vida então. Certo dia, desempregado, ele depois de muitas idas e
vindas procurando emprego no centro da cidade, entrou em uma igreja para
sentar-se por alguns minutos e descansar um pouco. Instantes depois teve início
a celebração de uma missa da qual ele acabou participando até o fim. Na homilia
o padre falava sobre a comunidade, a família, o trabalho, a solidariedade.
Assuntos que tocavam de perto à sua realidade e que encheu de conforto o seu
coração já quase desanimado da luta. Naquele dia ele não conseguira arranjar um
emprego – o que só veio a acontecer meses mais tarde, - mas resgatara valores
muito importantes da fé da sua juventude e desde então voltara a participar
regularmente de sua comunidade. Assim que arranjou um emprego começou a
retribuir fielmente com o dízimo e percebeu que isso lhe trazia uma grande
satisfação interior – um senso de participação plena no dinamismo da vida em
sua comunidade de fé. Mais uma vez deu graças a Deus pelo privilégio de
participar da vida da Igreja em sua comunidade de irmãos. Mais uma vez estava
ali fazendo as anotações nas fichas dos irmãos dizimistas e desta vez um
sorriso iluminado e confiante se estampava em sua face!
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