terça-feira, 30 de julho de 2013

As Dimensões do Dízimo



DIMENSÃO RELIGIOSA

·         Folhetos para acompanhar a liturgia
·         Folhas de cânticos
·         Velas, vinho, hóstias, som, ....
·         Materiais necessários para catequese: livro, papel, ...
·         Conta de luz, água, telefone, etc.(tudo isso carece de dinheiro)
DIMENSÃO SOCIAL

·         O pobre, a viúva, o menor abandonado, o indigente, o peregrino, o estrangeiro...
·         O dízimo tem um lugar determinado por Deus: Deut 12,11-12
·         Enfim, os que por alguma razão não podem prover seu sustento, são responsabilidade da comunidade


DIMENSÃO MISSIONÁRIA

·         Quando contribuo para que seja desenvolvido um trabalho pastoral eficiente
·         Quando contribuo para que seja criada uma catequese eficaz
·         Quando contribuo na formação de catequistas, animadores de comunidades
·         Quando contribuo na formação de missionários para evangelizar
·         Quando contribuo na preparação e envio de missionários


“Dízimo é um ato de comunhão fraterna entre os membros da Comunidade, onde se testemunha a vivência dos primeiros cristãos, que tudo partilhavam. “Todos os fiéis viviam unidos e tinham tudo em comum” (At 2,4)

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Mensagem do Dízimo

As bençãos da fidelidade

 
Que Deus abençoe tua fidelidade e faça prosperar a tua justiça! Continue testemunhando a tua generosidade e fidelidade, sendo um dizimista fiel em nossa comunidade paroquial!
Com esta mensagem desejamos agradecer a todos os nossos dizimistas pela fidelidade com que têm assumido o seu compromisso para com a nossa comunidade.
Nada melhor, ao final de cada período, que aquela gostosa sensação do dever cumprido. Se o período for diário – como é saboroso encostar a cabeça ao travesseiro e adormecer sossegadamente. Se o período for mensal, como é bom constatar que todos os compromissos foram realizados, todas as contas pagas, toda uma perspectiva de liberdade para iniciar um novo mês sem dívidas ou compromissos atrasados.
Nestas situações nos damos conta de como Deus é bom, propiciando todas as condições para vivermos uma vida de serenidade e confiança. Ele tudo nos dá e espera de nós a retribuição do amor e da fidelidade, porque Deus é amor, porque Deus é fiel.
Manifestamos nosso amor e fidelidade a Deus quando nos dispomos a amar os nossos irmãos, quando dedicamos algum tempo de nossa rotina diária para dialogar com Ele através das nossas singelas orações, quando cumprimos os nossos compromissos religiosos de participar regularmente da Santa Missa dominical, quando somos generosos com os mais necessitados, quando assumimos e cumprimos fielmente o nosso compromisso como dizimistas.
Se um dia nos sentimos chamados a nos tornar dizimistas, esforcemo-nos para ser fieis a este compromisso livremente assumido. Reflitamos sobre a importância do que devolvemos a Deus mensalmente. É o melhor que podemos oferecer? É regular a nossa retribuição, todos os meses?
Se constatamos a verdade de sermos amados por Deus que jamais deixa de manifestar a sua fidelidade para conosco – o quanto nos sentiremos impulsionados a retribuir com o nosso dízimo!
A nossa fidelidade na retribuição com o Dízimo nada acrescenta a Deus que nada precisa de nós. Mas sabemos que se Ele se alegra com um copo d´água oferecido a quem tem sede, certamente se alegrará com a fidelidade e regularidade da nossa retribuição do Dízimo mensal, porque essa importância representa a nossa gratidão e o nosso compromisso com a nossa comunidade de fé.
Através da nossa fidelidade no Dízimo a Igreja se torna mais plena, a Evangelização acontece, o dinamismo da vida comunitária floresce e o céu se abre para fazer chover a justiça e a fraternidade.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Biografia do novo Papa



papafranciscoO novo pontífice é o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, Papa Francisco, que nasceu em Buenos Aires, na Argentina, em 17 de dezembro de 1936. É Ordinário para os fiéis de rito oriental residentes na Argentina e sem Ordinário do rito próprio.
O Papa jesuíta se formou como técnico químico, mas depois escolheu o caminho do sacerdócio e entrou para o seminário de Villa Devoto. Em 11 de março de 1958, passou para o noviciado da Companhia de Jesus. Completou os estudos humanistas no Chile e em 1963, voltou para Buenos Aires e se formou em filosofia na Faculdade de Filosofia do Colégio máximo San José, de São Miguel.
De 1964 a 1965, ensinou literatura e psicologia no Colégio da Imaculada de Santa Fé e, em 1966, ensinou essas mesmas matérias no Colégio do Salvador, em Buenos Aires.
De 1967 a 1970 estudou teologia na Faculdade de Teologia do Colégio máximo San José, de São Miguel, onde se formou.
Em 13 de dezembro de 1969 foi ordenado sacerdote.
Em 1970-1971, completou a terceira aprovação em Alcalá de Henares (Espanha), e em 22 de abril de 1973 fez a profissão perpétua.
Foi mestre de noviços em Villa Barilari, San Miguel (1972-1973), professor na Faculdade de Teologia, Consultor da Província e Reitor do Colégio máximo. Em 31 de julho de 1973, foi eleito provincial da Argentina, cargo que desempenhou por seis anos.
De 1980 a 1986, foi reitor do Colégio máximo e das Faculdades de Filosofia e Teologia dessa mesma Casa e pároco da Paróquia de São José, na Diocese de San Miguel.
Em março de 1986, viajou para a Alemanha para completar sua tese de doutorado. Foi enviado pelos seus superiores ao Colégio do Salvador e passou para a igreja da Companhia na cidade de Córdoba, como diretor espiritual e confessor.
Em 20 de maio de 1992, João Paulo II o nomeou Bispo titular de Auca e Auxiliar de Buenos Aires. Em 27 de junho do mesmo ano, recebeu na catedral de Buenos Aires a ordenação episcopal das mãos do Cardeal Antonio Quarracino, do Núncio Apostólico Dom Ubaldo Calabresi e do Bispo de Mercedes-Luján, Dom Emilio Ogñénovich.
Em 3 de junho de 1997 foi nomeado Arcebispo Coadjutor de Buenos Aires e em 28 de fevereiro de 1998 Arcebispo de Buenos Aires por sucessão à morte do Card. Quarracino.
É autor dos livros: «Meditaciones para religiosos» del 1982, «Reflexiones sobre la vida apostólica» del 1986 e «Reflexiones de esperanza» del 1992.
É Ordinário para os fiéis de rito oriental residentes na Argentina que não podem contar com um Ordinário de seu rito. Grão-Chanceler da Universidade Católica Argentina.
Relator-Geral adjunto da 10ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos (outubro de 2001).
De novembro de 2005 a novembro de 2011 foi Presidente da Conferência Episcopal Argentina.
Foi criado Cardeal pelo Beato João Paulo II no Consistório de 21 de fevereiro de 2001, titular da Igreja de São Roberto Bellarmino.
É Membro: das Congregações: para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos; para o Clero; para os Institutos de vida consagrada e as Sociedades de vida apostólica; do Pontifício Conselho para a Família: da Pontifícia Comissão para a América Latina.

Fonte: CNBB/RADIO VATICANO

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Perguntas e Respostas: Pastoral do Dízimo


Todos devem contribuir com o Dízimo?



Sim! O oferecimento do Dízimo nasce do coração de cada cristão participante em sua comunidade. O cristão esclarecido, em espírito de oração, fará a Deus a sua promessa, o seu voto de ofertar o Dízimo. É um ato de Amor a Deus e aos irmãos. 

O Dízimo deve ser mensal?

Sim! O Dízimo deve ser levado à comunidade, mensalmente, pois os ganhos do dizimista são mensais e as necessidades da comunidade também. 

O Dízimo está na Bíblia? 

Sim, o Dízimo é Bíblico. São muitos os textos onde se percebe que o Dízimo é uma recomendação Bíblica. Confira algumas citações do Antigo e do Novo Testamento: Gn 14,20; Ml 3,8-10; Lv 27,32; Gn 28,22; Ex 22,28; 2 Cor 9,6-12; At 4,32; Mt 23,23.



A IMPORTÂNCIA DA DIVULGAÇÃO DO DÍZIMO

Ao lado de uma pequena mesa estavam sentados dois agentes da pastoral do dízimo. Enquanto um deles acolhia as pessoas o outro organizava as fichas e pelos canhotos dos carnês ia anotando os valores entregues pelos dizimistas. Uma rotina semanal. Mas naquele domingo o agente da pastoral notou que mais pessoas estavam comparecendo com as suas contribuições e ele então se lembrou que na véspera tinha saído uma reportagem muito positiva numa rede de televisão católica sobre a importância do dízimo como instrumento de evangelização. A divulgação é muito importante para conscientizar as pessoas – ele pensou. De fato, mesmo dizimistas que estavam a muito tempo sem contribuir estavam procurando a equipe para trazer o seu dízimo. Ao final dos trabalhos daquele dia o agente procurou o responsável pela pastoral do dízimo e sugeriu que se fizesse uma campanha de divulgação e conscientização sobre a importância do dízimo para a comunidade. O padre foi consultado e considerou a ideia muito boa e logo deu andamento à sugestão convocando o Conselho de Pastoral da paróquia para uma reunião e durante a tal reunião foi estabelecido um final de semana para a conscientização nas missas. Um leigo foi convidado a fazer uma reflexão de 15 minutos antes do ofertório de cada missa daquele final de semana. Muitos dizimistas e outros paroquianos que se tornaram novos dizimistas foram tocados por suas colocações sobre o valor do dízimo para o dizimista e para a sua comunidade. Uma das coisas que marcou na fala daquele animador foi sobre a necessidade de alimentar o entusiasmo dos dizimistas pela sua fidelidade e pela sua opção de retribuir através do dízimo. Ele disse que o dízimo é, com certeza, senão a melhor – pelo menos uma das melhores formas de participar do compromisso de ser Igreja porque é uma forma regular de prover as necessidades da comunidade que se repetem cada mês. O próprio agente se sentiu mais motivado a perseverar em sua condição de dizimista e agradeceu a Deus por seu privilégio de participar de uma forma concreta da vida de sua comunidade de irmãos. Ele se lembrou dos tempos que não participava da Igreja e o vazio que era a sua vida então. Certo dia, desempregado, ele depois de muitas idas e vindas procurando emprego no centro da cidade, entrou em uma igreja para sentar-se por alguns minutos e descansar um pouco. Instantes depois teve início a celebração de uma missa da qual ele acabou participando até o fim. Na homilia o padre falava sobre a comunidade, a família, o trabalho, a solidariedade. Assuntos que tocavam de perto à sua realidade e que encheu de conforto o seu coração já quase desanimado da luta. Naquele dia ele não conseguira arranjar um emprego – o que só veio a acontecer meses mais tarde, - mas resgatara valores muito importantes da fé da sua juventude e desde então voltara a participar regularmente de sua comunidade. Assim que arranjou um emprego começou a retribuir fielmente com o dízimo e percebeu que isso lhe trazia uma grande satisfação interior – um senso de participação plena no dinamismo da vida em sua comunidade de fé. Mais uma vez deu graças a Deus pelo privilégio de participar da vida da Igreja em sua comunidade de irmãos. Mais uma vez estava ali fazendo as anotações nas fichas dos irmãos dizimistas e desta vez um sorriso iluminado e confiante se estampava em sua face!